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Rebeldes em hotel
em Istambul Istambul - 22 de Abril de 2001
Os rebeldes atiraram e fizeram pelo menos 100 pessoas como reféns. Eles não fizeram nehum mau a nehum refém e libertaram crianças e mulheres. Centenas de polícias e seguranças estavam em frente ao hotel e começaram as negociações com os rebeldes que continuaram durante a noite. Ambulâncias também esperavam fora do hotel, mas ninguém saiu ferido. Os reféns foram identificados principalmente como ocidentais, incluindo também muitos europeus e alguns americanos. Os rebeldes também usaram os funcionários do hotel para trazer os hospedes dos quartos até o salão de recepção do hotel. Outros hospedes puderam escapar do edifício e foram levados ao Hotel Istambul Hilton. Muitos convidados proeminentes da sociedade Turca, inclusive parentes íntimos de um dos industrialista estavam na ocasião no hotel. Algumas destas pessoas puderam comunicar com os seus telefones celulares. Reporteres locais informaram que 25 reféns haviam sido libertados desde o inicio das negociações. A rede de televisão CNN-Turca disse que 11 funcionários das Aerolinhas Suiças estavam entre os reféns. As aerolinhas Catay Pacific comunicaram que 16 funcionários estavam hospedados no hotel e que acreditaria que alguns deles eram reféns. O Japão também estava tentando confirmar se 10 japoneses que estavam hospedaos no hotel estavam entre os reféns. Os rebeldes exigiram falar com o Ministro de Relações Interiores Saadettin Tantan.
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O exército russo esta comprometido com uma segunda agressão na Chechenia, com o objetivo de trazer a região de Cáucaso sob do controle de Moscou. O primeiro conflito na Chechenia aconteceu entre 1994-1996. A Turquia prendeu e encarcerou os sequestradores do navio Avrasya mas a maioria deles escapou subsequentemente de prisões na Turquia. Ninguém se feriu durante os quatro dias do sequestro, apesar de ameaças de explodir o navio. Os rebeldes fizeram uma declaração escrita relatando que a ação deles foi um protesto "aos ataques sangrentos da Rússia no Cáucaso" onde Chechenia esta localizada, informou a rede de televisão local na Turquia NTV. Todos os reféns turcos seriam libertados em um sinal de benevolência mas a maioria dos reféns "permaneceria como os convidados deles até o fim da ação". "Nós não temos nenhuma intenção de derramar sangue". "Nós não podemos ser descritos como terroristas. Apesar do fato que nós fomos forçados a delimitar a liberdade de pessoas inocentes, portar armas e levar a cabo uma ação que aterroriza, nós definitivamente não somos terroristas." Depois desta declaração três mulheres caminharam fora do hotel com uma delas segurando uma criança jovem nos braços. |
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A luta da Chechenia é muito popular na Turquia. Os Turcos não só compartilham da fé islâmica com os Chechenios, como também 5 milhões de Turcos tem raízes em regiões do Cáucaso na Chechenia. Aproximadamente 25,000 Chechenios moram em Istambul e na Turquia ocidental.
Há aproximadamente 80 organizações do Cáucaso na Turquia e muitos estão ativos promovendo a causa da Chechenia. Os rebeldes da Chechenia tem muito apoio dentro da Turquia, principalmente através do grande número de emigrantes da Chechenia no país.
Alguns dos jornalistas comentavam que a polícia em Istambul estava fazendo buscas em carros no dia anterior. Este tipo de buscas foi relaxado desde algumas semanas, devido a uma nova decisão da policia. As buscas de ontem fez a imprensa pensar que a polícia soube de alguma maneira que iria haver uma ação mas eles não sabiam exatamente onde e quando.
Os rebeldes terminados a ação às 10.50 hora local em Istambul (3.50 horário ET) no dia 23 de abril de 2001. Eles libertaram todos os reféns, e também se desculparam por fazer uma ação em dias de conturbações economicas na Turquia.
O chefe de Estado Chechenio Sr. Aslan Baschadow condenou a ação. O Ministério de Relações Estrangeiras Russo fez declarações em que os rebeldes deveriam ser levados a justiça.
As Nações Unidas condenou a Russia fortemente nesta sexta-feira referindo ao uso de força "desproporcional" de Moscou na região separatista da Chechenia e pediu "investigações criminais" relativo a crimes de guerra entre alguns membro das forças armadas.
Durante todo o tempo da ação, a imprensa foi mantida longe do hotel e eles não eram capazes de adquirir uma visão clara do que se passava.
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